| 17.04.09
:: Heloiza Camargo |
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Todo ano é
a mesma coisa: chega o frio e as complicações
respiratórias aumentam.
Mas, saber diferenciar tais doenças ajuda na
prevenção e, principalmente,
no tratamento eficaz. Com a chegada do outono e a
proximidade do inverno,
a maior incidência das doenças respiratórias
afeta todas as pessoas,
principalmente as crianças que, no geral, têm
um baixo grau de imunidade.
E isso ocorre porque, nessa época no ano, as
temperaturas, além de abaixarem,
mudam bruscamente, as oscilações térmicas
se intensificam, há pouca chuva
e aumento da poluição nos centros urbanos.
Mas, antes que de se decidir
por um determinado tratamento, é imprescindível
saber diferençar as mais simples,
e comuns doenças, respiratórias.
Gripe ou Resfriado. Qual a diferença?
Popularmente, a maioria das pessoas acredita estar
sempre gripada, quando,
na verdade, estão resfriadas. O resfriado,
com manifestação de três a cinco
dias
(ciclo viral), é diagnosticado pela vermelhidão
nos olhos e corisa, seguida de uma
febre não muito elevada, que dura cerca de
48 a 72 horas sem deixar nenhuma
infecção secundária. Já
a gripe, mais perigosa, eleva a temperatura, causando
febres
mais altas, que podem durar de dois a três dias.
Acompanhada de uma intensa dor
no corpo, pode levar à pneumonia ou a um quadro
bacteriano mais grave.
“Para se realizar uma análise de um resfriado
simples ou uma gripe, o profissional
deve avaliar o histórico clínico do
paciente e tirar seus antecedentes. Só assim
pode-se conduzir ao diagnóstico adequado”,
afirma a Dra. Simone Aguiar,
pneumopediatra do Hospital San Paolo.
No que ser refere ao tratamento destas complicações
respiratórias,
a Dra. Simone Aguiar explica: “resfriados podem
ser combatidos com uma boa
alimentação, hidratação
e higiene nasal. A vacina, que pode ser aplicada
em crianças a partir dos seis meses, é
forma de prevenção contra a gripe
e seu agravamento, devendo ser aplicada pouco antes
do inverno.
Além desses métodos, é fundamental
o acompanhamento médico
para que não haja o avanço destas doenças”.
No caso de dúvidas procure um médico
ou posto de saúde. Evite a automedicação.
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