| De Zotti - Assessoria
de Imprensa |
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A
Associação Comercial, Industrial e de
Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom
e Estância Velha entregou documento na segunda-feira
(25.08.08) ao presidente
da Frente Parlamentar do Setor Coureiro-Calçadista
e Moveleiro, deputado federal
Renato Molling, solicitando especial atenção
no acompanhamento das regras
e setores contemplados pela reedição
da linha de crédito do Programa de Apoio
à Revitalização dos Setores Calçadistas
(REVITALIZA), anunciada pelo Conselho
Monetário Nacional. O encontro aconteceu na
sede da entidade e contou com
a presença da presidente da ACI Fatima Daudt,
do vice-presidente de Economia,
Estatística e Finanças da entidade,
João Bruxel, do diretor de Relações
Institucionais,
Marco Aurélio Kirsch, do presidente da Abrameq,
Délcio Schmidt, do diretor
da AICSul, Paulo Griebler, e da Consultora Central
de Serviços da Assintecal,
Linda Pienis.
Segundo enfatiza o documento, assinado pela presidente
da ACI-NH/CB/EV
e pelo vice-presidente de Economia, Estatística
e Finanças, o setor coureiro-calçadista
envolve diversas empresas e produtos em sua cadeia
produtiva. Na edição anterior
do Programa de Apoio À Revitalização
dos Setores Calçadista, o REVITALIZA não
permitiu o acesso ao crédito a várias
modalidades de produtos diretamente ligados
à produção de calçados
e couros. O programa REVITALIZA anterior também
impôs
um teto de R$ 300 milhões de faturamento às
empresas tomadoras do crédito.
"Nossa proposta é a de que na reedição
prevista para os próximos dias,
tais restrições não prosperem
e que o REVITALIZA promova um rol formal
que efetivamente inclua um maior número de
produtos afeitos à produção
do calçado nacional", salientou Fatima
Daudt.
"Neste contexto, um novo programa REVITALIZA
deverá contemplar também
as empresas do grupo econômico com faturamento
superior a R$ 300 milhões, ainda
que através de uma taxa diferenciada ",
reforça o documento entregue pela entidade.
"No tocante ao REVITALIZA Taxa Fixa-Exportação,
solicitamos a inclusão das NCMs
relativas aos principais insumos e/ou partes do calçado,
dentre os quais mencionamos
outros agentes de apresto ou de acabamento dos tipos
utilizados na indústria têxtil
e do couro; partes superiores de calçados e
seus componentes; outras partes
de calçados, de outros materiais; palmilhas
de outros materiais; solas exteriores
e saltos de borracha ou plástico; fivelas de
metais comuns; moldes para moldagem
de borracha, plástico, por injeção,
entre outros", explica João Bruxel.
Consta ainda no documento a importância da inclusão,
a exemplo do Programa
REVITALIZA anterior, da previsão do financiamento
de Capital de Giro com base
nos investimentos realizados nos últimos 12
meses. "É neste sentido que
a ACI-NH/CB/EV clama pelo encaminhamento destes pleitos
que visam somar
competitividade e sustentabilidade ao processo produtivo
da indústria
coureiro-calçadista, através de uma
visão mais ampla e mais equânime para
toda
uma cadeia econômica tão afetada pelas
dificuldades das disparidades quanto
ao câmbio e à concorrência chinesa",
frisa João Bruxel.
De acordo com o presidente da Frente Parlamentar do
Setor Coureiro-Calçadista
e Moveleiro o assunto será tratado imediatamente.
"Já vamos fazer contato
para analisar as questões apresentadas pela
ACI. Vamos conversar com o próprio
BNDES para verificar a possibilidade de inclusão
destes setores. Se não for,
vamos avaliar o que pode ser feito junto ao poder
Legislativo, o que seria
um pouco mais demorado", avaliou o deputado Renato
Molling.
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