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Parque Moinhos de Vento | Foto :
PortoImagem |
| GRANDE PORTO ALEGRE
PASSEIOS |
| Gabriel
de Mello | Imprensa ACS |
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O
Museu da Tecnologia da ULBRA conta com mais uma novidade.
É o Corvette Sting Ray Split Window, de 1963,
produzido para comemorar
os dez anos de fabricação dos esportivos
norte-americanos da General Motors.
Criado a fim de barrar o crescimento da importação
dos modelos europeus
no momento pós-Segunda Guerra Mundial, este
carro foi considerado patrimônio
nacional pelo governo dos EUA, e hoje sua venda para
outros países é proibida.
A General Motors viu a necessidade de barrar o crescimento
das vendas do Jaguar XK
e do Mercedes 300SL, o asa de gaivota. Para isto,
apressou-se em lançar um carro
que caísse nas graças dos consumidores.
O gosto dos americanos por motores
grandes e capacidade de arrancadas foram elementos
consideráveis para garantir
o sucesso do Corvette Sting Ray, o arraia de ferrão.
O Designer e a mecânica
foram inspirados no modelo de competição
Sting Ray Racer.
O Corvette Sting Ray Split Window (janela traseira
dividida) é considerado
um modelo raro. No Brasil existem apenas três
exemplares. Este veículo produzido
no primeiro ano de fabricação (1963)
era considerado leve, pesando 1300 kg.
A carroceria era produzida em plástico reforçado
com fibra de vidro e era prensada
em moldes. A estabilidade do carro era garantida pela
distribuição de massa,
48% no eixo dianteiro e 52% no eixo traseiro, com
um motor V8 de 5,36 litros,
localizado logo atrás do eixo dianteiro, o
que proporcionou um longo capô.
Outra característica marcante do Corvette Sting
Ray são as marchas.
Consideradas longas, a primeira leva o piloto a 90
km/h, a segunda a 130,
a terceira a 180 e a quarta a impressionantes 230
km/h. O sistema de frenagem
era equipado com freios a tambor. Em 1965, a montadora
optou por utilizar
o sistema de discos nas quatro rodas. A suspensão
é independente, com dois
triângulos superpostos e amortecedores telescópicos
nas quatro rodas.
As dianteiras utilizavam molas helicoidais e nas traseiras,
feixes transversais.
O carro passa a seu motorista/piloto uma agradável
sensação de robustez.
Este, e outros exemplares de raridades, podem ser
vistos nos quatro andares
do Museu da Tecnologia da ULBRA, no campus Canoas.
Aberto de terças a domingo,
das 10 às 17 horas. O ingresso custa R$ 15,00
(quinze reais) para o público geral,
idosos e estudantes com carteira de identificação
pagam apenas R$ 7,50
(sete reais e cinqüenta centavos). Alunos, professores
e funcionários
da Universidade não pagam ingresso. |