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| Cortejo
encerra a Feira do Livro
O tradicional cortejo de encerramento da Feira do
Livro foi diferente dos anos
anteriores. Ao invés das rosas vivas, coloridas
e perfumadas, o público recebeu
um marcador de páginas que convida à
próxima edição. A mudança
se deve
a redução de verbas destinadas ao evento,
que contou com apoio de diversos
parceiros. A sineta do xerife Júlio La Porta
anunciou o fim de mais uma Feira do Livro.
O patrono Charles Kiefer, o presidente da Câmara
Riograndense do Livro, João
Carneiro, e a equipe de organizadores passearam por
toda a Praça. Carneiro
destacou que, apesar dos contratempos, a Feira cumpriu
seu papel e foi exitosa.
Prêmio Fato Literário é
entregue na Feira
Foram conhecidos na tarde de domingo, no Clube do
Comércio, durante a Feira
do Livro, os vencedores do prêmio Fato Literário
2008, uma promoção do Grupo RBS,
Banrisul e Governo do Estado. O escritor Luís
Augusto Fischer recebeu a distinção
de Personalidade pelo Júri Oficial. Ele recebeu
44 dos 78 votos. Em seu discurso,
agradeceu aos jurados, amigos e colegas de trabalho.
O prêmio foi um troféu
e R$ 20 mil. Ele venceu a disputa com Vitor Ramil
e Zilá Bernd.
CRL recebe doação de acervo
da Fundação Biblioteca Nacional
A Câmara Rio-Grandense do Livro recebeu, no
final da tarde de domingo,
uma doação de obras da Fundação
Biblioteca Nacional – FBN. O acervo que ficou
disponível durante os 17 dias de feira para
visitação e venda será encaminhado
para bibliotecas públicas. Conforme o presidente
da CRL, João Carneiro, os livros
referem-se a assuntos como histórias geral,
patrimônio público, poesia e memórias
e serão destinadas à bibliotecas públicas
relacionadas aos temas.
Sarau antecipa programação
do ano da França no Brasil
Um encontro para falar sobre poesia e literatura da
França, incluindo reflexões
sobre a cultura do país e sua relação
com o Brasil. Assim foi Un amour de Sarau,
evento que aconteceu no Auditório Barbosa Lessa
do Centro Cultural CEEE Erico
Verissimo, reunindo personalidades como o adido cultural
Ronan Prigent,
o professor e escritor Juremir Machado da Silva e
o músico Dudu Sperb.
Sétima arte e 1968: o ano que jamais
terminará
A sétima arte não tem a função
apenas de distrair e alegrar, ela cumpre o papel
de fazer relatos de períodos e situações
que sintetizam sentimentos e ações de
uma
época. Pensando nisso, um grupo de historiadores
decidiu promover um ciclo
de palestras na Universidade Federal do Rio Grande
do Sul, neste ano, com o tema
“1968: O ano que jamais terminará”;
68 visto pelo cinema de 68. O sucesso foi tanto
que cada um dos 15 encontros foi reunido na obra 68
História e Cinema,
da EST editora. No Santander Cultural, um bate-papo
descontraído sintetizou
todo o trabalho e foi apresentado ao público.
“O cinema é uma fonte de amplitude
e tem grande impacto na construção da
visão histórica”, disse o historiador
Rafael Hansen.
Leitores elogiam 54ª edição
da Feira
O último dia de Feira do Livro serviu para
que os leitores aproveitassem para fazer
as compras finais e assistissem aos derradeiros eventos.
Nos corredores da Praça
das Matriz e entre os armazéns do Cais do Porto,
o público abastecia-se de livros
e consultava a programação para ver
quais debates e apresentações movimentariam
o centro da cidade no domingo.
Boas vendas e clima de alto astral na área
Infantil e Juvenil
As pessoas que circulam pela área Infantil
e Juvenil da Feira do Livro em seu último
dia aproveitaram para curtir o clima cultural do evento.
O cobrador Wellington Jean
de Oliveira, levou o irmão João Pedro,
11 anos, e a filha Laura, de sete, para fazer
pelo menos uma visita à Feira, já que
o horário normal durante a semana não
possibilita mais visitas. “Nos sempre visitamos
a Feira, já virou uma tradição.
Adoro vir aqui com as crianças, achei que a
parte infantil ficou muito boa,
mais segura e com mais espaço, só acho
que a parte adulta deveria começar
mais cedo para que essa criança grande aqui,
que sou eu, possa aproveitar mais”,
brincou.
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