Fenin 2007 demonstra a força da indústria
de confecção
A FENIN mais uma vez alcançou seus objetivos.
A 11ª edição da Feira Nacional da Moda
Inverno, que terminou no dia 26 de janeiro, no Centro de
Evento Serra Park, em Gramado,
cresceu em número de expositores e no volume de negócios.
Embora as empresas
participantes não divulguem números consolidados,
cada expositor, em média, conseguiu
comercializar de dois a três meses de produção.
No geral, os negócios foram 20% maiores
que em 2006.
Cerca 700 expositores participaram da FENIN em 2007, mostrando
as tendências
da moda outono/inverno de mais de 1.700 marcas, nos segmentos
feminino, masculino
e infanto-juvenil, além de lingeries, underwear e
acessórios. O público total, nos quatro
dias da feira, se aproximou de 32 mil pessoas. E mais do
que volumoso, esse contingente
veio a Gramado com o propósito de adquirir produtos
para suas lojas.
Como propiciar um resultado comercial significativo é
uma das diretrizes que norteiam
a FENIN, esse 'perfil comprador' dos lojistas é fundamental
e, mais do que isso, perseguido.
"Não se trata de uma simples feira de exposição
de produtos, a Fenin é um encontro
de negócios. Buscamos sempre trazer lojistas dispostos
a comprar", diz Julio Vianna,
diretor da Expovest, empresa que realiza a FENIN.
Em razão desse posicionamento, o lojista é
o foco principal da FENIN. A feira vem
investindo no aprimoramento dos serviços para o público,
que responde crescendo a cada
edição. Com isso, o interesse dos expositores
também aumenta e a Fenin vai evoluindo
ano após ano, sendo hoje considerada a maior feira
do segmento na América Latina.
Para 2008, a intenção da Expovest é
continuar agregando atrações e ampliando o
escopo
da FENIN. "Pretendemos implementar mais 4 mil m²
de área, que poderão abrigar mais 200
expositores. Nesse espaço vamos reforçar a
participação dos segmentos infantil
e de tecelagem", informa Julio Vianna.
A FENIN 2007 recebeu lojistas de 24 estados brasileiros
(Rio Grande do Sul, Alagoas,
Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito
Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais,
Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba,
Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro,
Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Santa Catarina,
Sergipe, São Paulo e Tocantins),
além de compradores de oito países: Estados
Unidos, Argentina, Canadá, Espanha, Chile,
China, Paraguai e Uruguai.
Salão Lingerie Brasil Sul
Uma das atrações da FENIN, o Salão
Lingerie Brasil Sul contou com a presença de 50
das mais expressivas marcas do segmento e recebeu lojistas
e atacadistas de todo
o Brasil e exterior em busca de novidades para alavancar
o comércio neste primeiro
semestre. De acordo com Leopoldo Ruschel, da Alfitex, em
dois dias a empresa já tinha
cumprido 80% da meta. "O cliente veio disposto a comprar.
Tanto que o evento
me engatilhou negócios que irão render até
o final deste ano", revela o empresário.
A intimidade masculina também foi ponto alto do Salão
Lingerie Brasil Sul. A Mash
superou em 20% o volume de negócios pretendido. "A
qualidade do público e o desejo
de compra alavancaram os negócios", comentou
Hélio Jr., diretor comercial da empresa.
Salão da Moda Masculina
Os expositores da edição outono/inverno do
Salão da Moda Masculina, outra atração
da FENIN, também ficaram satisfeitos com os negócios
realizados. Segundo a organização,
esta foi a melhor edição do Salão em
seus sete anos de existência. "Sem dúvida,
o volume
e qualificação dos compradores superou nossas
expectativas para esta edição", afirma
Sonia Hess de Souza, diretora do Salão da Moda Masculina.
" Sul tem concentrado
as principais feiras de moda do País e os resultados
obtidos na FENIN nos levam a criar
uma grande expectativa para a edição de verão,
que pela primeira vez participará da Texfair
Brasil, em Blumenau, de 29/05 a 01/06 de 2007", completa
a executiva. Em sua maioria,
os expositores comercializaram durante a feira o equivalente
a um mês de produção
chegando, alguns deles, a receber pedidos correspondentes
a até três meses.
Em comparação com a edição passada,
os expositores apontam um crescimento médio
de negócios da ordem de 20%.
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