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| FASHION
BUSINESS NO FASHION RIO |
Expositores comentam a participação
no 12º Fashion Business
Denise Roque, da Cholet, comemora ‘a melhor
edição’ desde a estréia,
com 100% de crescimento nas vendas em relação
a janeiro. “O estande ficou
pequeno para atender os clientes”, disse a empresária.
Para ela, os desfiles técnicos
também ajudaram a fortalecer a marca, que conquistou
visibilidade nacional,
acirrando a disputa entre clientes que querem ser representantes
da marca em suas
cidades. Este foi o caso de Marcos Capozzi, que há
22 anos montou a multimarcas
Set Point, em Piracicaba (SP) e agora será o segundo
representante da Cholet
na cidade. “Quero inaugurar a Set Point de moda
casual em agosto e a Cholet
será minha parceria”, disse Capozzi, justificando
que em sua cidade - de 400 mil
habitantes - há espaço para todos.
A estreante Vix conquistou 15 novos clientes com sua sofisticada
moda praia.
“Foi super bom para nós, pois atendemos vários
clientes antigos e conquistamos
vários novos”, comemorou Cecília Assef.
Cerca de cinco mil peças foram vendidas
para clientes nos estados de São Paulo (incluindo
interior), Paraná, Santa Catarina,
Espíritio Santo, Goiás, Minas Gerais, Bahia,
e até para o México. A consagrada grife
de bolsas e acessórios, Victor Hugo, participou
pela primeira vez do evento
para reforçar a nova campanha publicitária
da marca. “Nosso principal objetivo
não era vendas, mas mostrar nosso novo posicionamento
de mercado. A cara nova
e contemporânea da marca, que agora se volta também
para um público jovem,
com menos de 35 anos”, informa Angelina Stockler,
gerente de marketing.
Depois de lotar a passarela com seu desfile técnico,
a grife mineira Squadro
também conquistou 15 novos clientes. “O estande
ficou tão lotado depois do desfile
que chegamos a nos perder”, contou Aléxia
Campos. Segundo ela, a organização
do evento já está flertando com a marca
a possibilidade de subir na passarela
do Fashion Rio. Outra marca mineira, a Faven, que participa
do Fashion Business
desde a primeira edição, além de
fidelizar clientes fechou 20% superiores
aos da edição primavera-verão passada,
segundo Rosane Pessoa.
Novas frentes de venda no Brasil e no exterior movimentaram
os pólos de Moda
do Fashion Business. Um dos recordes da edição
primavera-verão 2009 foi o Pólo
de Moda Sul Fluminense, que quadruplicou suas vendas em
relação a 2008. O Pólo
de São Gonçalo também teve motivos
para festejar: dobrou o movimento em relação
ao último verão, com mais de mil peças
comercializadas e novas frentes no exterior,
incluindo as Filipinas. Só a Sandra Bijou vendeu
600 peças para a França e Inglaterra.
O Pólo de Petrópolis foi outro que conquistou
clientes de fora do Brasil, com vendas
para Costa Rica, além de novas frentes no Rio Grande
do Sul, Minas Gerais
e São Paulo. Cabo Frio dobrou o volume de encomendas,
ganhou novos clientes
de Salvador, além de vender amostras para o México,
segundo a coordenadora
Ielra Vitor. Para o Pólo de Nova Friburgo, o melhor
da edição primavera-verão 2009
foram as novas encomendas do Rio de Janeiro e Belém
do Pará. Também foram
feito muitos contatos com o exterior, que devem resultar
em vendas futuras.
Já o Pólo de Campos aumentou em 20% suas
vendas em relação ao último verão.
Em sua terceira edição na Bolsa de Negócios,
a grife carioca Maria Filó dobrou
o volume de vendas em relação à primavera-verão
2008, com novas frentes no Brasil
concentradas no Nordeste. “Correspondeu às
nossas expectativas”, contabiliza Lena
Ritchie, gerente de atacado da marca. Quem se surpreendeu
com os resultados
foi Aloisio Drubscky, em seu debu no Fashion Business
com a grife carioca Drubz.
“Adoramos. Só um mesmo cliente comprou 800
peças”, comemorou.
A Datskat, outra grife que dobrou o volume de vendas em
relação à edição 2008,
ganhou novos clientes de Mato Grosso, Rio Grande do Sul,
Minas Gerais, Amazonas
e Piauí. “Nem conseguimos atender todos os
clientes”, festeja Ricardo Piquet,
um dos sócios da marca carioca |
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