| ::
18.03.09 :: Sortimentos.com |
|
Aos 57 anos de idade, Vera Fischer, continua
sendo considerada um símbolo sexual.
Em entrevista à QUEM Acontece, declara "nunca
ter dado muito valor ao sexo,
mesmo quando casada. Transava muito pouquinho".
Há dois anos sem transar,
confessa que não sente falta. "Não
me importa, não sinto falta. Tem que amar".
Na entrevista, a atriz revelou que só amou
dois homens: Perry Salles, seu primeiro
marido, e Felipe Camargo, o segundo.
Da relação com Felipe, porém,
Vera admite ter grande carga de sofrimento.
"Um batia no outro. A gente se batia de tapa,
jogávamos umas coisas,
uma vez joguei um cinzeiro. Outra vez, ele quebrou
o meu braço. Uma vez,
ele foi parar no hospital. Tudo ciúme. Como
a gente é ignorante quando sente ciúme",
confessa. Ela conta que chegou a cortar o ex-marido
com um pedaço de vidro
depois dele ter quebrado o braço dela. Outra
razão para as brigas entre o casal,
segundo Vera, foi o envolvimento com as drogas. Ela
diz que só parou
de consumir cocaína quando perdeu a guarda
de Gabriel, seu filho com Felipe.
Antes de encontrar a felicidade que diz sentir atualmente,
a atriz destaca ainda
outro motivo de sofrimento em sua trajetória:
"Eu era a intelectual que usava
óculos de grau e gola rulê e, de uma
hora para oura, virei miss. Veio com o pacote:
loura, burra, canastrona, puta, que faz pornochanchada",
desabafa.
Vera vive no primeiro semestre de 2009, a personagem
Chiara, na novela Caminho
das Índias, da Rede Globo. Mas sua relação
com a emissora já passou
por momentos conturbados. A atriz explica que em 1995,
período em que os jornais
a criticavam frequentemente pelas brigas com Felipe
Camargo, entrou em contato
com a produção da novela Pátria
Minha, a qual integrava o elenco, pedindo
afastamento das gravações. Vera sequer
ligou para o autor na trama, Gilberto Braga.
Por isso, diz que Gilberto não a suporta até
hoje. "A gente fala, dá dois beijinhos,
mas a gente é falso também, tanto ele
quanto eu", confessa.
Na última semana de março/09, a atriz
lança seu segundo livro autobiográfico
- "Um Leão Por Dia" (Editora Globo)
- no qual preferiu deixar de lado a imagem
de símbolo sexual para falar de sua trajetória
profissional. "Queria um livro bonito,
que não tivesse maldade nem ódio ou
rancor das pessoas, porque não tenho
mais nada dessas coisas dentro de mim", diz.
|