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FAMOSOS & VIPS

Iris Stefanelli na capa da Revista Nova de Maio/07
CR Comunicação
A paulista Irislene Stefanelli, não é mulher
de fugir da briga. Colocada no paredão
do Big Brother Brasil 7, não baixou
a cabeça. Iris foi a escolhida para ir
ao Gran Hermano argentino e laçou
o coração de Diego Gasques “Alemão”,
o homem de 1 milhão de reais do BBB 7.
Saiu do reality show levando consigo
o coração do ganhador do programa
e força para realizar todos os seus sonhos.
Iris é persistente. Leonina de Tupã, interior paulista, resolveu, em 2005, que o Big
Brother mudaria a sua vida. Investiu as economias em uma cirurgia para aumentar
os seios, participou da seleção global escondida do namorado, mas...
não conseguiu. “Chorei uma noite inteira”, conta à NOVA de maio.
Na manhã seguinte, ela decidi que não desistiria. Um ano mais tarde, a bela emplacou
no BBB7. Mulher de personalidade forte, aos 17 anos, quando a família decidiu ir para
Uberlândia (MG) em busca de mais oportunidades, Íris odiou a mudança. “Em Tupã
morávamos em uma casa simples, mas tinha minhas amigas, jogava vôlei de graça,
fazia judô baratinho. A gente não tinha dinheiro, mas eu não precisava dele para
me divertir. Já em Uberlândia morávamos longe, eu não conhecia ninguém...”.
Contrariada, foi para a casa de uma tia, em Barueri, interior paulista. Porém,
bastou descobrir que não poderia passear sozinha para voltar para a casa
da mãe, dona Aparecida Clarice, que trabalhava em uma fábrica beneficiadora
de amendoim. Iris começou a produzir e vender cintos de miçangas para ter
dinheiro para sair, mesmo contra a vontade do pai, o vendedor Antônio Carlos.

Sempre romântica em seis meses, Siri, estava namorando. "Conheci meu ex em um
bar. Na época, eu gostava de outro. Só que ele ia todo dia em casa e acabou me
conquistando". Nesta época Iris prestou vestibular para Direito e não passou.
Incentivada pelo namorado abriu seu próprio um negócio: "Virei sacoleira". Mesmo
contra a vontade dos pais, ela foi morar com o rapaz em Cumari, a 100 quilômetros
de Uberlândia. “Minha mãe dizia que eu ia estragar minha vida... Apaixonada, fui.
Só que o tempo foi passando, e nada de aliança no dedo”. Corajosa para assumir
os próprios erros, Íris começou a perceber que a vida a dois não é fácil: "A gente
brigava muito. Eu tinha medo de romper, não queria passar de mão em mão".
Ela se deu conta de que havia feito a escolha errada. "Aprendi que a pior coisa
que uma mulher pode fazer é depender de homem. Com 24 anos, decidi voltar
a estudar. Escolhi enfermagem. Depois de anos economizando, comprei um Palio 96
e assim podia ir para Uberlândia, onde fazia a faculdade. Interrompi o curso a seis
meses da formatura porque entrei no BBB". Depois da primeira tentativa fracassada
para entrar no Big Brother, em 2005, colocou na cabeça que precisaria melhorar
muito para aumentar suas chances. “Queria emagrecer. Então, passei a fazer
minha própria sopa.

Me trancava no quarto para não cair na tentação de comer a lasanha que minha
mãe fazia para o jantar. Desse jeito, perdi 5 quilos e 10 centímetros de cintura”.
Também clareou o cabelo, comprou creme dental branqueador para ficar
com o sorriso mais bonito. "Pouco antes da seleção do BBB 7, encontrei o Bambam,
ex-BBB, em uma danceteria e o chamei para conversar. Ele me disse que a emissora
preferia quem tivesse coragem de dizer o que pensa. Ótimo, porque eu nunca quis
ser o que não sou. Jamais pensei em esquecer minha origem humilde”.
Dura na queda com os homens, Íris mostrou autocontrole ao resistir, durante dois
meses de confinamento, aos encantos do Alemão. “As mulheres têm medo
de que o cara perca o interesse se elas não forem logo ficando. Eu penso assim:
se o homem gosta de garota fácil, não vai querer namorar sério comigo. Por isso, caminho devagar”. Eu não sou ciumenta, mas não quero ao meu lado um homem
envolvido em fofoca. Quando ouvi aquele boato de que a Deborah Secco tinha
chamado o Alemão para ir à casa dela, fui clara: ‘Que seja a primeira e última vez.
Caso contrário você não serve para estar comigo. Ninguém inventa notícia sobre
quem tem postura’. Alguém já viu o Edson Celulari, o William Bonner, o Luciano
Huck envolvidos nesse tipo de confusão? Pobre ou rica, famosa ou anônima, eu exijo
respeito".

Íris afirma que descobriu que não pode abrir mão da carreira. Não quero ficar
na sombra de ninguém. E mais: aprendi que para me tornar mais atraente para
quem amo, além de cuidar do cabelo, do corpo e do rosto, também preciso crescer
profissionalmente, me mostrar poderosa, cheia de auto-estima". Impressionada
com o próprio poder “Na primeira vez que ganhei vestidos depois de sair do BBB,
me emocionei. Quando entrei na casa, não tinha roupas suficientes para poder usar
uma diferente por noite. A Fani abriu a mala e disse que eu podia pegar o que eu
quisesse. Ela é diferente de mim, namoradeira, mas me deu carinho”. Íris se
emociona quando fala que só porque contou uma passagem marcante de sua vida
no reality, foi colocada no paredão por Analy, porque achou que ela estava se fazendo
de pobre para ganhar a simpatia do povo. “Só porque contei que, aos 9 anos,
fui ao aniversário da filha do patrão do meu pai. Lá, todas as meninas estavam
de vestido rodado. Eu só tinha um conjunto de short e camiseta de algodão.
Elas ficaram reparando; eu me escondi embaixo da mesa de vergonha.
Até hoje choro quando me lembro disso".
 
TÁ LINKADO ! Iris Stefanelli
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