Mau-olhado
ou “olho-gordo” são consideradas
expressões provenientes
da crendice popular, até mesmo no dicionário.
Porém, apesar dos diferentes nomes,
quando se fala em mau-olhado, fala-se na verdade em
inveja – e nisso não há nada
de crendice, a inveja existe e acontece o tempo todo,
entre colegas, amigos
e até familiares.
“O mau-olhado é um olhar ardiloso e sombrio
de alguém sobre uma pessoa
ou situação. É a inveja”,
explica o escritor e espiritualista André Mantovanni.
“Ele não é tão fatal como
as pessoas imaginam, pois só entra nesse jogo
os que estiverem na mesma sintonia dessa inveja”.
O ser humano tem sentimentos diversos, e alguma vez
nada vida os indivíduos
sentirão inveja de algo ou alguém. “O
que podemos fazer é transformar a inveja
em combustível positivo para realizarmos nossos
ideais, ou seja, ao invés
de desejar o mal dos outros ou se fazer de coitado
isso pode ser um estímulo
para ir à luta e conquistar seu lugar ao sol”,
diz Mantovanni.
Para evitar esse tipo de sentimento é ideal
se manter sempre em energia
positiva cercado de bons fluidos, já que não
se pode evitar as energias negativas
que emanam das outras pessoas. “O que ajuda
muito é sempre aplaudirmos
o sucesso das pessoas que nos cercam, utilizarmos
esses exemplos de realização
para corrermos atrás de nossa felicidade”,
afirma o espiritualista. “A partir
da transformação pessoal, conseguimos
modificar o mundo a nossa volta”, completa.
Para se proteger do mau-olhado, André aconselha:

Orar e fazer mantras pessoais; “De alguma maneira,
conectar-se com o divino
enche seu caminho de proteção, auxílio
e benevolência”.

“Banhos aromáticos, com ervas frescas
misturando hortelã, manjericão
e alecrim ajudam bastante, e podem ser tomados a qualquer
hora e quantas
vezes forem necessárias”.

Os salmos 91 e 23 também são excelentes
para ajudar e proteger.
“Nosso coração sempre sinaliza
quando alguém está tentando nos sabotar.
Quando sentir um aperto no peito, uma leve desconfiança,
mesmo que sem motivo,
preste atenção, ali pode ter algo a
ser descoberto”, afirma Mantovanni.