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Nas páginas da VIP de fevereiro,
Cláudia Leitte mostra porque
é musa do carnaval
Quando criança, Cláudia Leitte
brincava
de ser Carla Perez. Já um mulherão,
participou do grupo de Daniela Mercury.
Baiana de voz grossa, já foi acusada
de imitar Ivete Sangalo. Só mesmo
com muito talento – no canto e na dança
-,
carisma e sensualidade para conquistar
brilho próprio e ofuscar a concorrência.
Primeiro, no comando do Babado Novo, fenômeno
do axé. Agora, ela ensaia uma
carreira solo e será só Cláudia
Leitte.
Em seu segundo ensaio para a VIP, Cláudia
afirma que ficou muito à vontade: “Adorei!
Até porque não tem nada de apelativo.
Na primeira vez, eu tinha medo de ficar
vulgar. Agora, já sabia que a VIP é uma
revista que faz um sensual mais sutil
e com muita responsabilidade”.
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Mais Cláudia Leitte na VIP Fev/08 |
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Cláudia conta à VIP que quando criança
era muito estabanada, fato que lhe rendeu
o apelido de desastre ecológico. “Quebrava
tudo. Eu melhorei muito, mas ainda sou
desastrada. Meu pai dizia que eu era um paradoxo: ‘Tão
ajeitadinha e tão
desajeitadinha...’”, diverte-se.
Já na adolescência o apelido mudou para
“zagueiro do Bahia”, por conta de um
namorado que teve que dizia que ela tinha pernas de
zagueiro: “Fiquei traumatizada:
só andava de calça jeans e camiseta comprida.
Tinha vergonha de colocar uma
blusinha e aparecer aqueles gominhos na barriga. Hoje
diminuiu muito e tenho
saudade dos gominhos”.
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