| Ricardo
Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação
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Algumas empresas
brasileiras que ainda não acreditam em outsourcing
como estratégia de crescimento dos negócios
continuam apenas integrando
profissionais terceirizados à folha de pagamento.
Para Roni de Oliveira Franco,
sócio da Trevisan Outsourcing, o que vem acontecendo
com algumas companhias
não representa o real papel deste setor no
Brasil. “Muitos ainda acreditam
que terceirização visa, apenas, a redução
de custos. Na realidade, os prestadores
de serviço do setor se tornaram parceiros nos
riscos do negócio do contratante e,
ainda, um forte aliado na conquista de mercado”.
Não se pode confundir terceirização
como uma forma da empresa contratar
profissionais como Pessoa Jurídica, mais sim
como um processo em que
as companhias fazem acordos com empresas idôneas,
que assumem os riscos
dos serviços a serem executados, além
de seus funcionários estarem devidamente
registrados pela CLT, conforme explica Franco. “Por
isso, não podemos considerar
apenas uma alocação de mão-de-obra”.
Ele acredita que antes os serviços terceirizados
concentravam-se na gestão
de trabalhos específicos, como limpeza, segurança
e serviços gerais. “Atualmente,
a terceirização tem ampliado significativamente
suas práticas junto às empresas,
principalmente no que tange a processos de negócios”.
O sócio da Trevisan
Outsourcing ainda comenta que as primeiras experiências
com terceirização
foram recheadas de equívocos. “Hoje,
a terceirização amadureceu muito no
País.” |