A Plastrela Embalagens Flexíveis, de Estrela
(RS), é a primeira empresa licenciada
do país para comercializar a embalagem longa
vida do tipo sachê. A Duraflex,
marca registrada pela Plastrela para essa embalagem,
pesa sete gramas
contra 28 gramas da longa vida tradicional cartonada,
e é 100% reciclável.
A fábrica gaúcha ainda estima que o custo
unitário da Duraflex seja entre 30%
e 50% menor do que o das cartonadas. A embalagem do
tipo sachê apresenta
segurança total, testada e utilizada em mais
de 40 países e preserva seu conteúdo
com até 120 dias sem refrigeração.
Conforme o diretor da Plastrela, Jack Shen,
a oportunidade no Brasil para a solução
flexível é gigantesca pela grande presença
de consumidores de leite nas classes C, D e E. Na Colômbia
85% de produtos
derivados do leite, além de sucos, já
são embalados no sachê. Na Argentina
e no Chile, o produto já representa 50% do mercado.
A sexta edição da revista Fazendo a Diferença,
publicada pela Junior Achievement
Brasil, chega este mês a empresários, formadores
de opinião, executivos, voluntários
e patrocinadores dos programas voltados à educação
para o mundo dos negócios,
com entrevistas exclusivas como a do especialista em
sustentabilidade Claude
Ouimet, Vice-Presidente da InterfaceFLOR, maior fabricante
mundial de carpetes.
A revista da entidade, presente em todos os Estados
brasileiros e Distrito Federal,
traz resultados referentes ao ano passado, no qual foram
beneficiados mais
de 240 mil estudantes. A previsão para 2008 é
de um acréscimo de mais 300 mil
jovens beneficiados através do envolvimento de
14 mil voluntários. Com tiragem
de 10 mil exemplares e 84 páginas, a publicação
é uma prestação de contas
para seus patrocinadores em todo o País, entre
eles Citi, Instituto Unibanco,
Gerdau, Banco Real, Oi, Sebrae Nacional, GE, Fundação
Educar DPaschoal,
Serasa, CNI, Bovespa e Telefônica.
O SIMPEP - Sindicato da Indústria de Material
Plástico no Estado do Paraná,
presidida por Dirceu Galléas, alerta que os preços
na indústria de transformação
no setor de embalagens plásticas flexíveis,
devem ter um aumento de 23% a 25%,
devido as insustentáveis altas ocorridas nos
preços do petróleo no mercado
internacional, que afeta diretamente todos os setores
da cadeia do plástico.
O SIMPEP avalia que o repasse do custo da matéria-prima
é inevitável para que
as empresas consigam se manter vivas no mercado nacional.
A preocupação de todos
os transformadores é que as embalagens plásticas
flexíveis são fundamentais
para os bens de consumo, especialmente para os alimentos
e, um aumento
de 23% a 25% vai prejudicar além das indústrias
também toda a sociedade. |