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Consultoria em Comunicação |
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Revista AMANHÃ
e PricewaterhouseCoopers (PwC)
lançaram na terça-feira (26.08.08),
a 18ª edição do ranking
Grandes & Líderes 2008,
que mostra quais são as 500 maiores
empresa da Região Sul do país. |
Líder - O Grupo Gerdau é
disparado a maior empresa da região Sul no
ranking.
Em relação a segunda colocada, a Vivo
(que passou a consolidar seu balanço
no Paraná), a siderúrgica tem o dobro
do valor. Quando a lista trata só do Rio
Grande
do Sul, a Gerdau é quase quatro vezes maior
que a segunda colocada, no caso,
a Refinaria Alberto Pasqualini. A líder Gerdau,
teve de R$ 20,7 bilhões como Valor
Ponderado de Grandeza (indicador exclusivo do ranking
Grandes&Líderes).
A segunda colocada entre as 500 do Sul, é
a Vivo, do Paraná, com o indicador
de R$ 10,6 bilhões, seguida pela Bunge Alimentos,
de Santa Catarina, com um VPG
de R$ 7,8 bilhões. Em relação
ao ranking do ano passado, duas das três maiores
empresas registraram uma ascensão significativa.
Na segunda posição,
a expansão da Vivo está diretamente
ligada a uma turbinada receita bruta de mais
de R$ 17 bilhões, desbancando o banco HSBC,
mesmo com os sucessivos recordes
de lucro no setor financeiro. E, na terceira posição,
a conquista da Bunge Alimentos
também merece destaque: no ano anterior a
multinacional ligada ao agronegócio
havia sido a sexta maior empresa entre as 500 do
Sul. Desde que começou a constar
no ranking, no ano 2000, a Bunge lidera as 100 maiores
empresas do Estado
de Santa Catarina.
A região – Com os
resultados do ranking Grandes&Líderes
2008, a análise com foco
regional revela que a média de crescimento
do Produto Interno Bruto (PIB) no Sul
foi superior ao índice nacional de 5,4%.
O puxador do time foi o Estado de Santa
Catarina, cujo PIB avançou expressivos 8,2%.
A economia gaúcha, por sua vez,
acelerou 7%, enquanto a do Paraná cresceu
um pouco menos, 6%. Também
é o Estado de Santa Catarina que lidera quando
se trata de rentabilidade
das empresas. O crescimento desse quesito em relação
ao ano anterior é de 13,7%.
No Paraná, foi de 12,5% e no Rio Grande do
Sul de apenas 4,5%. Das 500 maiores
do Sul, o Rio Grande do Sul abriga 217 empresas,
o Paraná 160 e Santa Catarina 123.
Clube do bilhão –
Dentre as 500 maiores empresas do Sul, 58 tiveram
receita bruta superior a R$ 1 bilhão. São
26 gaúchas (quatro a mais em relação
ao ranking do ano passado), 21 paranaenses (oito
a mais) e 11 catarinenses (manteve o mesmo número).
O poder de fogo dessas companhias – quase
sempre sustentáculos de cadeias produtivas
inteiras – pode ser visto pela comparação
dos indicadores desse seleto grupo com os dados
do conjunto das 500 empresas do ranking.
300 Emergentes – Na segunda edição
do ranking que classifica as empresas
Emergentes, logo depois da 500ª colocação
do ranking geral até a posição
de número
800, AMANHÃ e PwC revelam a força
do chamado middle-market na Região Sul.
Juntas, as 300 Emergentes somaram R$ 9,6 bilhões
em vendas, um acréscimo
de quase 18% sobre o faturamento obtido no ano anterior.
O Rio Grande do Sul lidera
a lista, com 133 empresas, seguido do Paraná
com 87 e Santa Catarina com 80.
Maiores por setor – Diferentemente
do ranking das 500 maiores e das 300
emergentes, a lista das maiores por setor não
se baseia no VPG, mas em outros dois
critérios – o de receita bruta e o
de rentabilidade. O setor mais poderoso da região
é o de Alimentos e Bebidas, que reúne
42 empresas e uma receita bruta
de R$ 57,4 bilhões. O setor de Siderurgia
e Mineração vem logo depois, com apenas
sete empresas, mas com uma receita de R$ 35,7 bilhões,
seguido pelo setor
de Energia, que tem 22 companhias e um faturamento
de R$ 31,8 bilhões.
Quando a análise é sobre os setores
mais rentáveis, vemos o Financeiro com
crescimento de 21,71% na receita líquida,
Energia (18,59%), Serviços Públicos
(13,43%) e Construção e Imobiliário
(12,38%).
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