| 23.06.2009
:: Porta-Voz Comunicação Estratégica |
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Os dias frios
estão aí e nada melhor que aproveitar
a pouca exposição solar
para se submeter a tratamentos que promova a renovação
celular da face,
como o peeling.
Traduzindo do inglês, a palavra significa descamar
e renovar a pele e tem a função
de retirar pequenas imperfeições por
meio de uma agressão controlada.
Podemos dividir os peelings em dois tipos: os físicos
e químicos,
que são diferenciados de acordo com o material
utilizado para realizar
o procedimento.
Dentre os físicos, destacamos a dermo abrasão
que nada mais é do que um
“lixamento” profundo da derme com o auxílio
de uma máquina de rotação
com uma lixa na ponta, e, mais recentemente, os vários
tipos de LASER,
que promovem uma queimadura em várias profundidades
da pele.
Os tipos químicos caracterizam-se pela utilização
de substâncias ácidas.
Quanto à profundidade de agressão, podem
ser superficiais, médios e profundos.
Quanto mais agressivo e intenso, maior tempo as crostas
formadas levam
para recuperação. Podemos realizar peelings
com o intuito de melhorar o aspecto
da pele como um todo, diminuir manchas, atenuar cicatrizes
de acne, rugas
e até tratar flacidez da face.
Para cada caso, o médico, após uma análise,
indica qual será a profundidade
de peeling utilizada.
Dr. Cesar Cuono
Dermatologista formado pela USP – Universidade
de São Paulo - com 28 anos
de experiência na área e especialista
em dermatologia pela Sociedade Brasileira
de Dermatologia (SBD).
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