| 26.02.09
:: Por Marina Sartori |
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O
fumante a cada dia tem acesso a mais informações
sobre os males provocados
pelo vício. Conviver com o dilema entre a saúde
e o prazer de fumar
pode ser muito complicado. Mas, o conhecimento sobre
o quanto o cigarro
pode ser maligno deve ser um aliado e um incentivo
para a escolha
de uma qualidade de vida melhor.
Um dos órgãos mais atingidos pelo consumo
de cigarros é a pele. Todos nós,
mas principalmente as mulheres, nos preocupamos com
a saúde quando algum
sintoma interno aparece e incomoda em algum momento
nossas vidas cotidianas,
ou quando eles surgem no espelho. Mas muitas vezes
não fazemos idéia da origem.
Rugas, manchas, “pintas”, flacidez, pele
áspera, estrias, celulite... Pesadelos
das mulheres! Conseqüências do fumo, entre
outros maus hábitos como
má alimentação, falta de hidratação,
sedentarismo, exposição ao sol, etc.
A pele do fumante está sujeita a alterações
em sua estrutura mais profunda,
responsável pela sustentação.
São destruídos os filamentos de colágeno,
proteína de importância fundamental na
constituição da pele. Sua função
é primordialmente estrutural, ou seja, proporciona
sustentação às células.
A sua produção é gradualmente
diminuída naturalmente. Nota-se a falta
de elasticidade da pele e o aparecimento de rugas
e marcas de expressão.
O consumo de cigarros acelera esse envelhecimento
natural e a pele,
ao perder essa função, sofre conseqüências
na sua aparência.
Surgem rugas de expressão precocemente. A pele
se torna áspera,
com aspecto ressecado e envelhecido.
Existem tratamentos diversos para amenizar essas tão
indesejadas conseqüências.
Mas eles simplesmente ajudam a pele nas suas funções
e precisam ser combinados
com hábitos saudáveis e cuidados essenciais.
O ideal é procurar ajuda médica
para deixar o vício. Existem medicamentos para
controlar as conseqüências
psicológicas da abstinência do cigarro
e adesivos de nicotina podem ajudar
durante os primeiros meses. É difícil,
mas não é impossível.
Opte por uma vida saudável. |