| Por Dr.
Wagner Montenegro |
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Façamos
jus a Vinícius de Moraes e deixemos a hipocrisia
de lado: beleza é sim
fundamental. Faz parte do conjunto da felicidade se
sentir bem com sua própria
imagem e sentir que ela agrada às pessoas com
quem convive. Além disso,
na vida em sociedade, principalmente em centros urbanos,
é interessante
adaptar-se a certos padrões para que oportunidades
e relações pessoais
sejam alcançadas de maneira mais fácil.
A Cirurgia Plástica é vista com grande
preconceito, ainda, por muitas
pessoas que acreditam na idéia equivocada de
que pacientes se submetem
a procedimentos ditos fúteis e desnecessários.
Mas estão enganadas.
De acordo com a Neuropsicologia, pacientes que, após
se submeterem
à Cirurgia Plástica, se sentem mais
bonitos e seguros e modificam
o funcionamento de seu corpo, como respostas fisiológicas.
A medicina comprova a veracidade do aumento da qualidade
de vida de pessoas
que realizam a Cirurgia Plástica e obtêm
bons resultados. Ao se olhar no espelho
após a Cirurgia Plástica, o organismo
do paciente libera endorfina, o hormônio
da felicidade, melhorando o funcionamento do seu corpo
e evitando o estresse
e o mau-humor, grandes vilões da pele.
Mas, é evidente que a Cirurgia Plástica
tem de ser entendida como um processo
com diversas fases entre o desejo da pessoa de se
sentir diferente até o momento
em que ela decide se submeter à Cirurgia Plástica.
É aí que entra a responsabilidade
e a ética do cirurgião. Por sua experiência
profissional, ele sabe quem está apto
ou não a realizar determinada Cirurgia Plástica.
Cabe a ele aconselhar o paciente
sobre exageros ou a falta de necessidade do procedimento. |