Quando o assunto é piscina, logo
pensamos em protetores capilares.
Toucas de vários tipos (de tecidos, de silicones
resistentes ou impermeáveis) podem
amenizar a agressão aos fios, mas não
são suficientes. Por se tratar de água
parada,
a piscina recebe um tratamento específico para
conter bactérias, além de receber
uma quantidade grande de cloro tratado que resseca e,
às vezes, interfere
na mudança da cor do cabelo.
Para que isso não aconteça, podemos utilizar
receitas caseiras para a prevenção:
a primeira delas é de sempre lavar as madeixas
com água filtrada ou mineral.
Ao sair da piscina, o excesso do cloro deve ser retirado,
para que ele não danifique
o cabelo.
Outra sugestão é aplicar uma quantidade
pequena nos fios de cremes
para pentear ou leave-in, antes de entrar na piscina
e sempre que achar necessário.
O cuidado maior deve ser com os cabelos tratados quimicamente
- alisamentos
e reflexos louros de tons muito claros - pois o cloro
interfere nesses procedimentos
e altera a tonalidade para uma cor esverdeada, além
de parecer ressecado.
Sempre que sair da piscina, não se deve permanecer
com o cabelo molhado.
Tente lavá-lo imediatamente e aplicar um restaurador
que devolva as condições
naturais ao fio.
O mais importante de tudo é manter o cabelo preso
durante a permanência
na piscina, pois se torna mais compactado e isso dificulta
a absorção da água
com cloro. Um rabo-de-cavalo é o ideal e, sempre
que possível, use uma escova
para desembaraçar os fios por completo e refazer
o penteado, assim o risco
de problemas será menor.
* Gennaro Preite é cabeleireiro e consultor técnico
da Condor, líder nacional
na fabricação de escovas para cabelos. |