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Segundo a apresentadora, a pérola deixa marcas
na ostra, assim como a tatuagem
marca a pele de quem faz. Nos dois casos, marcas que
ficam para sempre.
Adriane buscou inspiração em sua origem
familiar para criar as peças com pérolas.
Passeando por Budapeste, a apresentadora encontrou jóias
tradicionais da região
e ficou encantada com o trabalho. Sua mãe, que
estava junto, foi quem lhe contou
que se tratava de um artesanato típico da Hungria.
Inspirada pela viagem,
a apresentadora recriou em ouro o detalhado trabalho
que envolve as pérolas
da coleção como se fosse uma cápsula
rendada. O delicado artesanato aparece
em pingentes, brincos e anéis.
As tatuagens tribais serviram de referência para
as pulseiras do tipo escrava,
em ouro branco e diamantes negros, braceletes largos,
anéis e brincos. Um dos
destaques da linha é a tatuagem de orelha em
ouro branco e diamantes negros.
Adriane uniu pérolas e tatuagens tribais em um
conjunto de sete pulseiras – o sete,
aliás, segue como assinatura da apresentadora.
Largas e finas, as pulseiras foram
criadas em ouro branco e diamantes, ouro amarelo e diamantes
negros, tribal
em ouro, pérolas naturais, pérolas em
ouro e lisas. ( DUO Press Assessoria )
TÁ LINKADO
Coleção
de jóias Adriane Galisteu inspirada no número
7
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